1º semestre Análise de Sistema - Portfólio Linguagens e Técnicas Programação I

Ipixuna do Pará

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Tratam das tarefas rotineiras. Fornece a base de todo o conhecimento
da organização,
armazenando
dados do dia-a-dia de todas as operações executadas dentro da organização.
Executam
aplicações comuns; - Automatizar rotinas; Ex.: sistema de Folha de Pagamento;
Cheques;
Relatórios sobre empregados.
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São sistemas que transformam os dados provenientes do sistema de
informação
operacional,
agrupam e apresentam em forma de relatórios, informações atualizadas sobre
operações
básicas da empresa que auxiliam o processo gerencial dando suporte ao
planejamento,
controle e organização da empresa em tempo hábil para tomada de decisão.
São
usados para realimentação do planejamento operacional. Ex: Relatórios
gerenciais a
diferentes
finalidades; Custos totais com folha de pagamento.
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Visam auxiliar o processo de tomada de decisão da cúpula
administrativa, transformam os
dados
provenientes dos sistemas de informação gerencial agrupando-os para facilitar
a
tomada
de decisão. Geralmente oferecem informações gráficas.
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Tem como principal finalidade aumentar a produtividade pessoal
dos trabalhadores que
manipulam
informações de escritório, através do uso de pacotes de aplicativos padrões
existentes
no mercado como, por exemplo, o pacote Office da Microsoft.
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São sistemas avançados que possuem interatividade com as ações
do usuário e oferecem
modelos
para ajudar na resolução de problemas. Como permitem grande flexibilidade,
adaptabilidade
e capacidade de respostas rápidas auxiliam no apoio à tomada de decisão. –
todos
os níveis; - Relatórios com informações que auxiliem, por exemplo, a
construção ou
não
de uma determinada fábrica em uma região; a criação de novas cores de carro.
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São sistemas que dão suporte ao desenvolvimento do planejamento
estratégico da
organização.
Utilizam tecnologia avançada para elaboração de gráficos e relatórios. Não
são
projetados para resolver problemas específicos e sim para auxiliar na
definição dos
objetivos
organizacionais que podem mudar a estrutura dos problemas. Também se
concentram
em fornecer informações apoio gerencial.
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São sistemas ligados ao campo de inteligência artificial para a
definição de cenários no
processo
de tomada de decisões. Oferecem soluções para problemas específicos num dado
domínio
ou que consigam aconselhar (dar conselhos), de uma maneira ou num nível
comparável
ao de especialistas; - Ex.: diagnóstico médico, aconselhamento financeiro e
criação
de produtos.
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Sistema
de Informação Gerencial (SIG)
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Sistema
de Automação de Escritório (SAE)
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Sistema
de Suporte Executivo (SSE)
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Sistema
de Suporte à Decisão (SSD)
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Sistema
de Informação Especialista (SE)
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Sistema
de Informação Operacional (SIO)
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Sistema de Informação Estratégica (SIE)
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Título original: (O Homem do Futuro)
Lançamento: 2011 (Brasil)
Direção: Cláudio Torres
Atores: Wagner Moura, Alinne Moraes, Fernando Ceylão, Maria Luísa Mendonça.
Duração: 106 min
Gênero: Comédia Romântica
João/Zero (Wagner Moura) é um cientista genial, mas infeliz porque há 20 anos atrás foi humilhado publicamente durante uma festa e perdeu Helena (Alinne Moraes), uma antiga e eterna paixão. Certo dia, uma experiência com um de seus inventos permite que ele faça uma viagem no tempo, retornando para aquela época e podendo interferir no seu destino. Mas quando ele retorna, descobre que sua vida mudou totalmente e agora precisa encontrar um jeito de mudar essa história, nem que para isso tenha que voltar novamente ao passado. Será que ele conseguirá acertar as coisas?
Assisti recomendo.......beijos
Quem mora em Ipixuna do Pará se não encontrar passa com o Marquinhos........kkkkkk

A realização do plebiscito para decidir a questão separatista do Pará é louvável, pois mostra que somos de fato uma república democrática com o direito de escolher o que é melhor, ou não, para si. Mas será que o povo do Pará está mesmo ciente das vantagens ou desvantagens que acompanham a decisão da criação de mais dois estados: o de Carajás e o de Tapajós? Ou será que uma minoria está usando esta questão como manobra política em busca de interesses pessoais?
O movimento separatista do Pará não é novo e vem ganhando mais adeptos ao longo dos anos. Seus militantes usam o argumento de que o Pará pelo fato de possuir dimensões continentais nunca terá uma administração uniforme por parte dos governos. Este argumento pode ser questionado levando em conta que não são, necessariamente, as dimensões de um estado que determinam se ele será bem ou mal administrado. Se assim o fosse, estados bem menores estariam livres de sérios problemas pelos quais passam atualmente.
O anseio pelo desmembramento do Pará e criação de mais dois estados deve ser respeitado, porém é preciso que se saiba que a criação desses estados acarretaria numa dependência muito grande de repasses federais, já que estudos mostram que essas regiões (Baixo Amazonas, Sudoeste Paraense e Sudeste Paraense) possuem um baixo poder de arrecadação de tributos. É preciso que se saiba também que cada estado brasileiro possui um custo fixo anual de cerca de 900 milhões de reais. Caso seja decidida a criação dos novos estados, a implantação de prefeituras, secretarias e pessoal para compor o quadro de servidores públicos necessitaria de quantias federais astronômicas. O economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Rogério Boueri, disse ao G1 que “caso cheguem a ser criados, os estados de Carajás e Tapajós serão economicamente inviáveis e dependerão de ajuda federal para arcar com as novas estruturas de administração pública que precisarão ser instaladas”. Um detalhe: só o custo para a realização do plebiscito será de 8,5 milhões de reais.
É preciso que haja, antes da realização do plebiscito, um estudo científico profundo e imparcial a respeito da viabilidade da divisão do Pará; e que tal estudo seja repassado de maneira clara à população para que não existam dúvidas com relação a essa importante decisão que irá refletir diretamente na vida de nossos filhos e netos.
O Estado de Carajás teria 39 municípios e sua capital seria Marabá. Teria área equivalente a 25% do atual território do Pará.
O Estado do Tapajós teria 27 municípios e sua capital seria Santarém. Sua área territorial seria equivalente a 58% do atual território do Pará.
Blog do Michel.
É compreensível que os moradores do sul e sudeste do Pará enxerguem a divisão como uma esperança de resolução de seus problemas, mas não é justo que o povo do nordeste paraense pague pela má gestão dos diversos governantes que passaram pelo nosso Estado.
Não podemos esquecer de que é desonesto o discurso de que o sul do Pará é só desgraça e que o nordeste paraense (onde moramos) é uma maravilha. Também temos problemas de estradas esburacadas, escolas sucateadas e saúde precária, mesmo estando a sede do governo nesta região.
Em vez de se fazer campanha para dividir o Pará, a sociedade paraense deve se mobilizar para acabar com a lei Kandir que, isentando o imposto sobre exportação, faz com que percamos cerca de R$ 2 bilhões por ano. Recurso este fundamental para nosso Estado.
Deve lutar para mudar o modelo econômico buscando indústrias para agregar valor ao nosso minério e ao mesmo tempo gerar emprego e renda. Um modelo que seja pautado na desconcentração das terras e das riquezas.
Não nos iludamos. Se o Pará for dividido não haverá volta.
5 MOTIVOS PARA NÃO DIVIDIR NOSSO ESTADO
1. Se o Estado for dividido, o Pará ficaria com apenas 17% do seu território, com a maioria dos municípios (78), com mais de 4 milhões de habitantes (64% da população atual) e por conta de grande perda da arrecadação do minério que ficaria em Carajás, ficaria com muito menos recursos para resolver nossos problemas sociais que já não são pequenos.
2. O Pará assumiria sozinho à dívida de quase R$ 1 Bilhão que por força da lei 9.496 contraiu obrigatoriamente em meados da década de 90 para estabilização da economia. Sendo o crescimento desta dívida 127.35 %.
3. De acordo com estudos do IPEA o Pará por perder receitas progressivamente teria em média um saldo negativo (dívida) de R$ 800 milhões por ano.
4. O Estado de Tapajós teria de gastar 1,9 bilhões por ano (44% do seu PIB) só apenas com o custeio da máquina pública e Carajás R$ 3,7 Bilhões (19% do seu PIB).
5. Se o Pará é campeão em concentração de terra, trabalho escravo e violência no campo devemos aos madeireiros, latifundiários e grileiros do sul do Pará. Os mesmos que querem (direta ou indiretamente) governar o Carajás, caso seja criado.
VOTE NÃO E NÃO! VOTE 55!
Fontes consultadas: http://gazetaonline.globo.com;
http://www.divida-auditoriacidada.org.br/: A dívida dos Estados com a União por João Pedro Casarotto;
http://www.brasil-economia-governo.org.br
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/tds/TD_1367.pdf por Rogério Boueri.
Partido Comunista do Brasil
Ipixuna do Pará
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